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Suspeito de matar ex-companheira a tiros em bar de Garanhuns é preso pela Polícia Civil

Mulher de 47 anos foi vítima de feminicídio em Garanhuns Reprodução A Polícia Civil prendeu, na manhã desta sexta-feira (13), José Ailton da Silva Ferrei...

Suspeito de matar ex-companheira a tiros em bar de Garanhuns é preso pela Polícia Civil
Suspeito de matar ex-companheira a tiros em bar de Garanhuns é preso pela Polícia Civil (Foto: Reprodução)

Mulher de 47 anos foi vítima de feminicídio em Garanhuns Reprodução A Polícia Civil prendeu, na manhã desta sexta-feira (13), José Ailton da Silva Ferreira, conhecido como Milton, suspeito de matar a ex-companheira Claudia Alves, de 47 anos, a tiros em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. O mandado de prisão preventiva foi cumprido por policiais civis da 9ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, após decisão da 1ª Vara Criminal da Comarca do município. A prisão foi decretada a pedido da delegacia especializada, com parecer favorável do Ministério Público. Segundo a investigação, o crime ocorreu na madrugada de 5 de janeiro deste ano, dentro de um bar no bairro Severiano Moraes Filho. ✅ Receba as notícias do g1 Caruaru e região no seu WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com a Polícia Civil, José Ailton teria efetuado disparos de arma de fogo contra a ex-companheira. Claudia foi socorrida com vida para o Hospital Regional Dom Moura, mas morreu dias depois na unidade de saúde em decorrência dos ferimentos. Após o crime, o suspeito fugiu, abandonando a residência onde morava e o local de trabalho. Ele permaneceu foragido até ser localizado e preso na manhã desta sexta-feira. Ainda conforme a polícia, José Ailton possui histórico de violência doméstica contra a vítima. Em 2023, ele teria ameaçado Claudia com uma arma de fogo, ocasião em que ela solicitou medidas protetivas. A medida teve duração aproximada de um ano. Na data do crime, no entanto, não havia medida protetiva em vigor, e não havia registro de novos episódios comunicados pela vítima após o término da proteção judicial. O suspeito foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça e deverá aguardar julgamento pelo Tribunal do Júri. O g1 não encontrou a defesa do suspeito.